NOTA RÁPIDA – TOXICOLOGIA GERAL –
PRT 27.396.470 - 2022
Professor César Augusto
Licenciado em Biologia.
Especialista em Farmacologia
Clínica.
14 08 2022
Efeito colateral é a conseqüência
que a ingestão de determinado medicamento pode causar ao organismo do
indivíduo, um efeito que é paralelo ao que é desejado da substância
farmacológica absorvida.
Os medicamentos apresentam efeitos
colaterais eles são destinados para a terapia farmacológica o tratamento de um
conjunto específico de patologias, no entanto, devido à atividade e contato das
substâncias existentes nesses medicamentos, o organismo pode se manifestar de
diferentes formas indesejadas.
A bula de medicamento é a
referencia para se compreender a pré existência de possibilidades de efeitos
colaterais, que os mais frequentes nos
medicamentos, são: tonturas; dores de
cabeça; sonolência; vômito; queda de cabelo; rachaduras na pele; erupções
cutâneas e amnésia temporária.
Normalmente, quando o medicamento
apresenta efeitos colaterais, estes devem ser discriminados detalhadamente na
bula do remédio.
A bula de medicamento.
Ao conjunto de informações que deve
prestar obrigatoriamente, os laboratórios farmacêuticos, em relação a um
medicamento que devem acrescentar à embalagem de seus produtos vendidos no
varejo, se denomina bula. As informações podem ser direcionadas aos usuários
dos medicamentos, aos profissionais de saúde ou a ambos.
Efeito colateral e efeito adverso
O efeito colateral é qualquer tipo
de resposta diferente do organismo às substâncias contidas no medicamento, que
são paralelas às que são desejadas ou esperadas pelo fármaco.
Já o chamado efeito adverso e
qualquer resposta do remédio que seja indesejada ou prejudicial ao
paciente.
A principal diferença entre o
efeito colateral e o efeito adverso (também conhecido por RAM - Reação Adversa
ao Medicamento) é que neste último caso, as consequências são consideradas
sempre prejudiciais, enquanto que um efeito colateral, dependendo da situação,
pode ser benéfico.
Exemplo: Alguém que toma um
antialérgico e está sem sono. Um dos principais efeitos colaterais dos
anti-histanímicos é a sonolência, que neste caso, pode ser uma consequência benéfica
para alguém com dificuldade em dormir.
